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    A área de risco do Opportunity tem como objetivo fiscalizar o mandato concedido pelos clientes à instituição na gestão de seus recursos e garantir que a filosofia de investimento da empresa seja cumprida. Estas atividades são realizadas sem conflito de interesses, uma vez que o Opportunity administra somente recursos de terceiros.

    A área de risco está integrada à mesa de operações, mas ao mesmo tempo é independente, respondendo hierarquicamente à diretoria segregada.

    São efetuados diferentes tipos de controles nos portfólios, privilegiando-se a simplicidade aliada ao bom senso. Assim evita-se o conforto ilusório dos modelos estatísticos utilizados, que não capturam alguns dos riscos incorridos nas operações realizadas no mercado financeiro. Os principais controles efetuados são os de alavancagem, exposição a mercados, capital aplicado em renda variável e limites de perdas, feitos na continuidade e na ruptura de cenários macroeconômicos.

    Na análise do risco de mercado, ou seja, o risco associado aos movimentos de preços, a área de risco do Opportunity utiliza os seguintes métodos, os quais são periodicamente testados, a fim de se verificar o grau de confiança das projeções realizadas:

    • Teste de Stress:

    Principal ferramenta utilizada no controle de Risco de Mercado, também calculado no Rosys, simula a cota e rentabilidade de cada fundo com base nos cenários de situações extremas.

    Outros tipos de risco também são avaliados diariamente, tais como:

    • Risco de Crédito:

    A instituição é rigorosa e criteriosa na análise de crédito, seguindo uma política extremamente conservadora, procurando investir preponderantemente em títulos públicos federais. Vale ressaltar que operações com títulos privados são raras, e, quando aprovadas, somente com instituições de primeira linha.

    • Risco Legal:

    É o risco resultante da não-execução de contratos, por falta de documentação suficiente ou incapacidade contratual. Um risco legal adicional é associado com a falta de diligenciamento em alguns mercados. Todas as operações que incorram em risco legal são revisadas pelo departamento jurídico interno e por consultores externos, quando aplicável. O investimento só é efetuado após a documentação legal estar devidamente analisada e aprovada.

    • Risco Operacional:

    É definido como o risco associado a um inadequado sistema de gerenciamento, controles ineficazes ou erros humanos. Para evitar esse risco desenvolvemos um sistema de processamento, liquidação e contabilidade completamente integrado. Outro aspecto importante é a segregação das funções entre as áreas de controle, possibilitando sempre uma dupla checagem das operações realizadas. Periodicamente, a posição de ativos dos fundos é analisada também por auditores internos e externos.

    • Risco de Liquidez:

    Envolve a incapacidade de geração de caixa para honrar os compromissos assumidos pelo fundo. Para mitigar esse risco, o fluxo de caixa futuro do fundo é calculado diariamente e o saldo é submetido aos cenários de estresse de mercado bem como às movimentações de cotistas.